ENTRETENIMENTO

Morre Robson Barros, ex-paquito da Xuxa, aos 57 anos

Robson Barros, conhecido por seu envolvimento com a apresentadora Xuxa Meneghel nos anos 1980, faleceu na madrugada de hoje, aos 57 anos. A confirmação da morte foi dada por familiares por meio de uma nota oficial, que não revelou detalhes sobre a causa, mas informou que ele lutava contra complicações de saúde há alguns meses.

Nascido em São Paulo em 1967, Robson destacou-se como integrante do grupo de jovens que frequentemente aparecia nas apresentações de Xuxa, especialmente no programa “Xuxa Meneghel”, que conquistou gerações de crianças. Sua imagem de “paquita” – jovem elegante e charmoso – fez dele uma figura emblemática da cultura pop brasileira da época.

Além de sua participação na TV, Robson investiu na carreira musical. No final dos anos 1980, lançou singles que ecoavam o estilo da época, como “Pegação” e “Fogo na Favela”, músicas que conquistaram o público por meio da rádio e do videoclipe. Sua trajetória, porém, ficou mais marcada por sua conexão com a imprensa e pela vida pública do período.

Os fãs de Xuxa e os seguidores da cena artística brasileira reagiram à notícia nas redes sociais, expressando saudades e lembrando momentos marcantes de sua carreira. A apresentadora, que hoje é presidente do Sindicato dos Atrizes do Brasil, não comentou publicamente sobre a morte do ex-cúmplice, mas teria manifestado condolências pessoalmente à família.

O velório e os planos de luto ainda não foram divulgados. Fontes próximas à família informaram que uma cerimônia íntima será realizada em breve, seguida por um sepultamento no Cemitério do Araçariguama, em São Paulo. Diversos artistas que participaram do universo da TV infantil da época já confirmaram presença.

A notícia traz à tona debates sobre a preservação da memória de quem fez parte do cenário da televisão brasileira da década de 1980. “Robson representava o espírito da época: dinâmico, carismático e ligado à juventude”, afirmou o jornalista especializado em TV, Carlos Eduardo Lins, em entrevista ao jornal “Correio Braziliense”.

Com uma trajetória que transcende a simples figura de “paquita”, Robson Barros deixa um legado que mistura o folclore da TV brasileira e o imaginário de uma geração que cresceu assistindo ao ícone da infância de milhões de brasileiros.

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